NORMAS PARA ESTRUTURAÇÃO
DE REDES INFORMATIZADAS
Normas:
EIA/TIA 568
EIA/TIA 569
EIA/TIA 606
EIA/TIA 607
EIA/TIA 570
Fontes:
Bibliografia
AUTOR: Alvaro André - Bydec - aandre@domain.com.br
1. Formação de Analista de Redes.
Unidade Rede Local 1 e 2.
Roberto Marzôa e Sérgio Elly Volaro.
2. Tudo sobre Cabeamento de Redes.
Frank Derfler Jr.
3. PC Magazine Guia Para Interligação de Redes
Locais.
Frank Derfler Jr.
4. Introdução ao Cabeamento Estruturado.
Avelino Natal Bazanela Jr.
http://br.geocities.com/avelino_junior
5. Cabeamento Estruturado – Tire suas dúvidas.
http://www.contattos.com.br/cabeamento
6. Cabeamento Estruturado – Furukawa.
http://www.furukawa.com.br
7. AMP Premisses Network Solutions ( 06 / 1997 ).
8. Sistemas de Cabeação Estruturada.
EIA/TIA 568.
RNP 1998.
9. Catálogo Black Box
10. http://www.amp.com/
11. http://www.premisesnetworks.com
1. Introdução.
1.1 A evolução dos computadores.
Quando os primeiros computadores apareceram em meados dos anos 50,
eles eram máquinas de processamento de dados enormes, cuja
demanda de capital para a sua aquisição e manutenção
era extremamente elevada, sendo suportada somente por grandes empresas.
Desde então, eles têm seguido umas certas tendências
principais:
• Diminuição de tamanho;
• Aumento da capacidade de processamento;
• Diminuição de preços;
Esta evolução teve, como ponto culminante, a invenção
dos microcomputadores, que levaram a informática até
mesmo para dentro das casas da pessoas.
Durante as primeiras gerações de computadores, a operação
e a programação eram tarefas altamente especializadas,
que necessitavam de profissionais extremamente capacitados. Com o
surgimento dos computadores pessoais houve uma grande evolução
na área de software, através da utilização
da capacidade e facilidade de uso destas máquinas ( relativa
aos grandes computadores ). A partir daí desenvolveu-se o conceito
de ferramentas user-frindely, o que permitiu que pessoas comuns possam
fazer uso destas máquinas.
A conseqüência imediata destas evoluções
foi o fim da estrutura hierárquica implementada pelos grandes
computadores, onde toda capacidade de processamento está concentrada
em um só ponto. Com isso, os microcomputadores começaram
a se espalhar pelas empresas, fazendo com que os usuários não
mais dependessem do Mainframe para digitar seus textos, calcular suas
tabelas, etc. Criaram-se, então, vários focos de processamento
distribuídos geograficamente, o que gerou, também, uma
distribuição dos dados.
A comunicação entre os computadores tornou-se necessária
na medida em que estes focos de processamento e informação
foram se distribuindo, o que dificultou o acesso a informações
vitais para o funcionamento e gerenciamento da empresa. As redes de
computadores surgiram para resolver este problema : os vários
pontos de processamento são interligados entre si, permitindo
que as informações armazenadas nestes pontos sejam compartilhadas.
1.2 A evolução das instalações
de redes.
Com a proliferação dos computadores pessoais na década
de 80, uma mudança relevante ocorreu na informática.
Antes do advento do computador pessoal, as informações
eram armazenadas em repositórios centrais, localizados nos
Mainframes e eram acessados mediante o uso de terminais de vídeo.
Os computadores pessoais proporcionaram ao usuário capacidade
de processamento e liberdade de escolha inigualáveis, resultando
porém, na criação de pequenas ilhas de informação,
inacessíveis a outros indivíduos da organização.
Alguma forma de conectividade tornou-se necessária para a transfer6encia
de dados e aplicações entre os PCs. O método
usado inicialmente consistia em rodar as aplicações
entre PCs, utilizando-se um disquete para transferência. Esta
técnica, que se tornou conhecida como Sneaker-net, foi então
substituída por outras mais eficientes, até o estabelecimento
das LANs (Local Area Network).
Em geral as organizações conectam seus computadores
para compartilhar dados, aplicações, periféricos
de alto custo e permitir a comunicação eletrônica
entre os usuários. As LANs são definidas como um grupo
de computadores interligados, localizados no mesmo prédio ou
ao menos, em áreas próximas. Quando linhas telefônicas
alugadas, microondas, enlaces de satélites, etc., são
usadas para interligar computadores ou LANs distantes umas das outras,
uma rede WAN ( Wide Area Network ) é criada.
Uma das maneiras de compartilhar o acesso aos dados é colocá-lo
em um computador que possa ser acessado por todos a partir de suas
estações de trabalho. Este dispositivo, chamado de servidor
de arquivos é capaz de oferecer serviços a um grande
número de usuários simultaneamente.
Uma rede é um sistema onde ocorre transferência de informação.
Redes de computadores incluem todo o Hardware e Software necessários
para conectar computadores e outros dispositivos eletrônicos
a um canal de forma que possam se comunicar entre si. Os dispositivos
que compõe uma rede são chamados de nós ou pontos,
podendo variar de dois a milhares de pontos.
O processo de informatização utilizando-se redes locais
LANs ou WANs é hoje uma necessidade e está crescendo
a cada dia abrangendo praticamente todos os ramos de atividades e
englobando todos os setores das corporações, para que
se possa ter o desempenho esperado e crescer sem maiores traumas,
de forma ordenada e sob o controle do seu responsável.
1.3 A importância do planejamento
Em comparação com o investimento realizado em outros
componentes de uma rede, o cabeamento tem uma duração
praticamente ilimitada. Tanto o software quanto o hardware de sua
rede tem duração estimada de no máximo 5 anos,
segundo pesquisas mais recentes. O cabeamento de sua rede, se bem
planejado e executado pode durar por vários anos, e se manter
durante a mudança dos equipamentos e sistemas que provavelmente
irão se tornar obsoletos.
Salienta-se que esta durabilidade garante o funcionamento dos materiais
envolvidos mas não as evoluções tecnológicas,
ou seja, se neste tempo surgirem novas tecnologias que necessitem
mais do cabeamento em termos de taxa de transmissão, o mesmo
deverá ser trocado.
1.3.1
O que considerar na hora de planejar.
Ao iniciar o trabalho de especificação de uma rede,
devemos tentar olhar para o futuro, imaginando não nossa empresa
hoje, mas como ela será, ou que poderá acontecer amanhã.
Essas considerações são fundamentais para o planejamento
da rede. Assim quando começar a planejar a rede, devemos levar
em consideração os seguintes pontos :
1. Escalabilidade: Quanto esta rede poderá
crescer e qual o tamanho deste crescimento.
2. Densidade populacional da empresa: Quantos funcionários
deveriam ter microcomputadores a curto, médio e longo prazo.
3. Serviços de rede: Que serviços serão
necessários dentro da rede.
4. Desenvolvimento da tecnologia: Por quanto tempo os elementos
da rede suportarão as evoluções tecnológicas.
5. O ambiente físico da empresa: Que soluções
utilizar para não afetar o ambiente e verificar se o ambiente
suporta as soluções imaginadas
2. O cabeamento estruturado.
Com o crescimento do uso das redes locais de computadores e a agregação
de novos serviços e mídias como voz, dados, teleconferência,
internet e multimídia, surgiu a necessidade de se estabelecer
critérios para ordenar e estruturar o cabeamento dentro das
empresas.
No final dos anos 80, as companhias dos setores de telecomunicações
e informática estavam preocupadas com a falta de padronização
para os sistemas de cabos de telecomunicações em edifícios
comerciais e campus.
Em 1991, a associação EIA/TIA ( Eletronic Industries
Association / Telecommunications Industry Association ) propôs
a primeira versão de uma norma de padronização
de fios e cabos para telecomunicações em prédios
comerciais, denominada de EIA/TIA-568 cujo objetivo básico
era :
a) Implementar um padrão genérico de
cabeamento de telecomunicações a ser seguido por fornecedores
diferentes;
b) Estruturar um sistema de cabeamento intra e inter-predial,
com produtos de fornecedores distintos;
c) Estabelecer critérios técnicos de
desempenho para sistema distintos de cabeamento tradicional, baseado
em aplicações;
Assim, os prédios possuíam cabeamento para voz, dados,
sistemas de controle, eletricidade, segurança, cada qual com
uma padronização proprietária.
Eram fios e cabos por toda aparte, cabo coaxial, par trançado,
cabo blindado. Neste cenário, alguns problemas surgiram para
desestimular essa forma de cabeamento não estruturado :
I. Mudança rápida de tecnologia : Microcomputadores
mais velozes, serviços integrados de voz e dados, redes locais
de alta velocidade;
II. Infra-estrutura de telefonia privada inadequada
para novas tecnologias;
III. Rápida saturação de dutos,
canaletas e outros suportes de cabeamento;
IV. Inflexibilidade para mudanças;
V. Cabeamento não reaproveitável com
novas tecnologias;
VI. Suporte técnico dependente de fabricantes;
VII. Aumento de custo.
2.1 O sistema de cabeamento estruturado
- Conceitos.
O conceito de Sistema de Cabeamento Estruturada baseia-se na disposição
de uma rede de cabos, com integração de serviços
de dados e voz, que facilmente pode ser redirecionada por caminhos
diferentes, no mesmo complexo de Cabeamento, para prover um caminho
de transmissão entre pontos da rede distintos. Um Sistema de
Cabeamento Estruturada EIA/TIA 568A é formado por seis subsistemas
descritos abaixo.
1 - Entrada do Edifício
2 - Sala de Equipamentos
3 - Cabeação Backbone
4 - Armário de Telecomunicações
5 - Cabeação Horizontal
6 - Área de Trabalho
2.1.1
Entrada do edifício ( Entrance Facilities).
As instalações de entrada no edifício fornecem
o ponto no qual é feita a interface entre a cabeação
externa e a cabeação intra-edifício e consistem
de cabos, equipamentos de conexão, dispositivos de proteção,
equipamentos de transição e outros equipamentos necessários
para conectar as instalações externas ao sistema de
cabos local.
A norma associada EIA/TIA 569 define a interface entre a cabeação
externa e a cabeação interna do prédio.
2.1.2 Sala de equipamentos ( Equipment Room ).
A Sala de Equipamentos é o local propício para abrigar
equipamentos de telecomunicações, de conexão
e instalações de aterramento e de proteção.
Ela também contém a conexão cruzada principal
ou a conexão secundária, usada conforme a hierarquia
do sistema de Cabeação Backbone.
A Sala de Equipamentos é considerada distinta do Armário
de Telecomunicações devido à natureza ou complexidade
dos equipamentos que elas contém. Qualquer uma ou todas as
funções de um Armário de Telecomunicações
podem ser atendidas por uma Sala de Equipamentos.
A norma associada EIA/TIA-569 define, também, o projeto da
Sala de Equipamentos.
2.1.3 Subsistema de cabeamento vertical ( Backbone Cabling ).
O subsistema de Cabeação Backbone ou Cabeação
Vertical, consiste nos meios de transmissão (cabos e fios),
conectores de cruzamento (cross-connects) principal e intermediários,
terminadores mecânicos, utilizados para interligar os Armários
de Telecomunicações, Sala de Equipamentos e instalações
de entrada.
Os cabos homologados na norma EIA/TIA 568A para utilização
como Backbone são:
1. Cabo UTP de 100 Ohms (22 ou 24 AWG):
• 800 metros para voz (20 a 300 MHz);
• 90 metros para dados (Cat. 3,4 e 5).
2. Cabo STP (par trançado blindado) de 150 Ohms:
• 90 metros para dados.
3. Fibra óptica multimodo de 62,5/125 m:
• 2.000 metros para dados.
4. Fibra óptica monomodo de 8,5/125 m:
• 3.000 metros para dados.
Para os cabos UTP de 100 Ohms e STP de 150 Ohms, o alcance da cabeação
depende da aplicação. A distância de 90 metros
para dados em STP é aplicada para largura de banda de 20 a
300 MHz. Por outro lado, na transmissão de dados numa largura
de banda de 5 a 16 MHz, o cabo UTP, categoria 3, tem sua distância
reduzida de 800 para 90 metros. A distância de 90 metros é
aplicada, também, para as categorias 4 e 5 em larguras de banda
de 10 a 20 MHz e 20 a 100 MHz, respectivamente.
O subsistema de Cabeação Backbone define, também,
outros requisitos de projeto, tais como:
a. Topologia em estrela;
b. Não possuir mais de dois níveis
hierárquicos de conectores de cruzamento (cross-connect);
c. Os cabos que ligam os cross-connect não
podem ultrapassar 20 metros;
d. Evitar instalações em áreas
onde existam interferências eletromagnéticas e rádio
freqüência;
e. As instalações devem ser aterradas
seguindo a norma EIA/TIA 607.
2.1.4
Armário de telecomunicações ( Telecom Closets
).
O Armário de Telecomunicações é o local,
dentro de um prédio, onde são alojados os elementos
de cabeação. Dentro do Armário de Telecomunicações
são encontrados terminadores mecânicos, conectores de
cruzamento (cross-connects), terminadores para os sistemas de Cabeação
Horizontal e Vertical (patch panel).
2.1.5
Subsistema de cabeamento horizontal ( Horizontal Cabling ).
O subsistema de Cabeação Horizontal, compreende os cabos
que vão desde a Tomada de Telecomunicações da
Área de Trabalho até o Armário de Telecomunicações.
O subsistema de Cabeação Horizontal possui os seguintes
elementos:
a. Cabeação Horizontal;
b. Tomada de Telecomunicações;
c. Terminações de Cabo;
d. Cross-Connections.
2.1.6
Área de trabalho ( Work Area ).
A norma EIA/TIA 568A estabelece que os componentes de cabeação
entre a Tomada de Telecomunicações e a Estação
de Trabalho devem ser simples, baratos e permitam flexibilidade de deslocamento,
sem comprometer a conexão física. Os componentes da Área
de Trabalho são:
1. Equipamento da estação: computadores,
terminais de dados, telefone, etc.;
2. Cabos de ligação - cordões
modulares, cabos de adaptação, jumpers de fibra;
3. Adaptadores.
3. Normas EIA / TIA
A tabela abaixo mostra uma visão geral das normas adotadas no
Cabeamento Estruturado.
| Norma |
Assunto |
EIA/TIA 568 |
Especificação geral sobre cabeamento
estruturado em instalações comerciais. |
EIA/TIA 569 |
Especificações gerais para encaminhamento
de cabos (Infra-estrutura , canaletas, bandejas, eletrodutos, calhas.) |
EIA/TIA 606 |
Administração da documentação. |
EIA/TIA 607 |
Especificação de aterramento. |
EIA/TIA 570 |
Especificação geral sobre cabeamento
estruturado em instalações residenciais. |
3.1
Especificações dos cabos.
A norma EIA/TIA 568 classifica o sistema de cabeação em
categorias levando em consideração aspectos de desempenho,
largura de banda, comprimento, atenuação e outros fatores
de influência neste tipo de tecnologia. A seguir, serão
apresentadas as categorias de cabeação com tecnologia
de par trançado UTP e STP e de fibra óptica.
3.1.1
Cabos UTP e STP ( Cabos par trançado ).
Os cabos UTPs são compostos de pares de fios trançados
não blindados de 100 Ohms. Este tipo de cabo, nos dias de hoje,
são projetados para alto desempenho na transmissão de
dados ou voz.
Os cabos de pares trançados blindados
STPs, como o nome indica, combinam as técnicas de blindagem e
cancelamento. Os STP projetados para redes têm dois tipos. O STP
mais simples é chamado "blindado de 100 ohms", pois,
a exemplo do UTP, tem uma impedância de 100 ohms e contém
uma blindagem formada por uma folha de cobre ao redor de todos os seus
fios. No entanto, o formato mais comum de STP, lançado pela IBM
e associado à arquitetura de rede token-ring IEEE 802.5, é
conhecido como STP de 150 ohms devido a sua impedância de 150
ohms.
Tipos de cabos UTP / STP
• Categoria 1 ***
Normalmente, um cabo da Categoria 1 é um fio não-trançado
AWG 22 ou 24, com grandes variações de valores de impedância
e atenuação. A Categoria 1 não é recomendada
para dados e velocidades de sinalização superiores a 1
megabit por segundo.
• Categoria 2
Esse cabo utiliza fios de pares trançados A WG 22 ou 24. Pode
ser utilizado com uma largura de banda máxima de 1 MHz, mas é
testado em relação à paradiafonia. Você pode
utilizar esse cabo para conexões de computador IBM 3270 e AS/400
e com o Apple LocalTalk.
• Categoria 3
Essa categoria utiliza fios de pares trançados sólidos
A WG24. Esse fio apresenta uma impedância típica de 100
ohms e é testado para atenuação e para diafonia
a 16 megabits por segundo, esse fio é o padrão mais baixo
que você poderá usar para instalações 10Base-T
e é suficiente para redes Token-Ring de 4 megabits.
• Categoria 4
Esse cabo tem uma impedância de 100 ohms, e é testado para
uma largura de banda de 20 MHz. Os cabos dessa categoria são
formalmente classificados para uma velocidade de sinalização
de 20 MHz. Portanto, eles representam uma boa opção caso
você pretenda utilizar um esquema Token-Ring de 16 megabits por
segundo em fios de pares trançados sem blindagem. O cabo da Categoria
4 também funciona bem com instalações 10Base-T.
• Categoria 5
Essa é a especificação de desempenho que recomendamos
para todas as novas instalações. Trata-se de um cabo de
fios de pares trançados sem blindagem AWG 22 ou 24 com uma impedância
de 100 ohms. Testado para uma largura de banda de 100 MHz, esse cabo
é capaz de transportar uma sinalização de dados
a 100 megabits por segundo sob determinadas condições.
O cabo da Categoria 5 é um meio de alta qualidade cada vez mais
usado em aplicações voltadas para a transmissão
de imagens e dados em grandes velocidades.
3.1.2
Cabos de fibra óptica.
Enquanto os cabos de cobre transportam corrente elétrica, os
cabos de fibra óptica transportam luz, divido a isso apresentam
imunidade a interferências eletromagnéticas e de rádio
freqüência. A isenção de ruídos internos
possibilita um maior alcance do sinal com integridade.
Também pelo fato de não transportarem sinais elétricos,
são ideais para interligação entre prédios
e até em Backbones de cabeamento vertical entre andares de um
mesmo prédio.
Um cabo de fibra óptica possui dois condutores ( TX e RX ), com
dois conectores separados em cada extremidade. Cabos com várias
fibras também são muito comuns, assim como cabos para
ambientes úmidos, cabos auto-sustentáveis ( para lances
em posteamento ), etc.
Tipos de fibra óptica
A fibra óptica pode ser utilizada tanto para a Cabeação
Horizontal como para a Vertical. A fibra para Cabeação
Horizontal é do tipo multimodo de 62,5/125m m com um mínimo
de duas fibras. A Cabeação Vertical ou Backbone utiliza
fibras dos tipos multimodo de 62,5/125m m e monomodo formados em grupos
de 6 ou 12 fibras.
• Fibra Multimodo
Possui largura de banda reduzida.
Baixas velocidades.
Pequenas distâncias.
Cabeamento vertical e horizontal.
• Fibra Monomodo
Maior largura de banda.
Velocidades entre 2Mbps e 1Gbps.
Maiores distâncias.
Cabeamento vertical ( Backbone ).
3.1.3
Cabos coaxiais.
O cabo coaxial é composto de um condutor interno circundado por
um material isolante (dielétrico) e este por uma malha de blindagem.
Foi até pouco tempo atrás, o meio de transmissão
mais difundido para ligações em redes locais.
Tipos de cabos coaxiais
• Cabo coaxial grosso ( Yellow Cable )
• Cabo coaxial fino
3.2
Especificação de conectorização.
Temos várias possibilidades para o cabeamento de uma rede como
: coaxial, par trançado e fibra óptica. Para os diversos
tipos de cabos utilizados em redes, existem diversos tipos de conectores,
que são elementos mecânicos utilizados para acoplar as
placas de comunicação a estes cabos.
Opções para conectorização
• Conector RJ45 ( Par trançado )
Quando se tem uma rede de topologia em estrela, onde o cabo utilizado
é o par trançado, geralmente se usa o conector RJ45 nas
pontas dos cabos e nas placas de comunicação. Nas placas
de comunicação e tomadas os conectores são do tipo
“fêmea” enquanto nas extremidades dos cabos, são
do tipo “macho”.
Padrões de conectorização RJ45
Visando padronizar o cabeamento, a norma prevê duas possibilidades
de conectorização, no que se refere à disposição
dos pares nos conectores padrão RJ-45. Estes padrões,
denominados 568A e 568B, podem ser utilizados indistintamente, observando-se
apenas que, ao optar por uma configuração, a conectorização
em todos os dispositivos (Patch Panel, RJ-45 macho e fêmea) deverão
ser feitas da mesma forma
| PINAGEM
568A |
 |
PINAGEM
568B |
1 |
BR / VD |
1 |
BR / LR |
2 |
VD |
2 |
LR |
3 |
BR / LR |
3 |
BR / VD |
4 |
AZ |
4 |
AZ |
5 |
BR / AZ |
5 |
BR / AZ |
6 |
LR |
6 |
VD |
7 |
BR / MR |
7 |
BR / MR |
8 |
MR |
8 |
MR |
• Conectores ópticos
Quando se usa cabo de fibra óptica para instalação
de uma rede, é necessário a utilização de
conectores ópticos. Os principais conectores são do tipo
SMA, ST, MIC e SC
Os conectores do tipo ST são os mais atuais usado em redes Ethernet
de 10Mbits e os SC em redes Ethernet de 100Mbits e o MIC em redes FDDI.
• Conectores coaxias
Geralmente utilizado com cabos coaxiais, nas redes de topologia em barra.
Em cada ponta do cabo coaxial existirá um conector do tipo BNC.
As placas padrão Ethernet possuem conectores BNC tipo fêmea
que receberão os conectores tipo macho do cabo coaxial.
3.3 Tomada de telecomunicações.
A norma EIA/TIA 568 prevê a utilização das tomadas
de telecomunicações para interligação dos
equipamentos de rede ao cabeamento horizontal.
3.4 Line
Cords e Patch Cables.
Os line Cords e Patch Cables são cabos utilizados para interligação
dos equipamentos de redes a tomada de telecomunicação
e dos hubs aos Patch panels respectivamente.
Os cabos devem ser adquiridos diretamente do fabricante ou montados
pelos instaladores, utilizando-se cabo par trançado de 4 pares
com condutores flexíveis e não sólidos. O conector
RJ45 deverá ser o apropriado para cabos par trançado flexíveis,
que é diferente do utilizado normalmente.
Para os line cords deverá ter um comprimento máximo de
3 metros e no máximo 6 metros para os patch cables.
3.5 Painéis
de distribuição ( Patch Panels ).
Possui a função de fazer a conexão entre o cabeamento
que sai do Rack e chaga as tomadas de telecomunicação
e permitir que uma mudança, como por exemplo, de um determinado
usuário de um segmento para outro seja feita fisicamente no próprio
Rack.
Os Patch Panels são dimensionados pelo número de portas,
geralmente, 24, 48 e 96 portas RJ45. A quantidade de Patch Panels assim
como o número de portas dependem do número de pontos de
rede.
Os Patch Panels podem ainda ser modulares, onde podemos instalar conectores
extras como conectores RJ45, BNC e conectores para fibra óptica.
Na norma EIA/TIA 568 o patch panel deve ficar instalado no Telecommunications
Closets ( TC ).
Os componentes de cabeamento estruturado para montagem em Rack, devem
seguir a largura de 19” e altura variando em Us ( 1 U = 44mm ).
3.6 Painéis
de conexão ( Cross conections ).
Os painéis de conexão tem a função semelhante
a do patch panel, porém não possuem conectores RJ45. Estes
dispositivos possuem uma base onde são montados os conectores
IDC ( Insulation Displacement Contact ). A utilidade se dá no
caso de necessidade de emendas ou distribuições em andares.
3.7 Ring
Run.
São dispositivos utilizados para guiar os patch cables dentro
do Rack para melhor organização dos mesmos e evitar que
o peso dos cabos não interfira nos contatos tanto nos Hubs como
nos patch panels.
3.8 Racks.
O Rack também chamado de bastidor ou armário, tem a função
de acomodar os Hubs, Patch Panels e Ring Runs. Suas dimensões
são : Altura variável em Us ( 1 U = 44mm ) e largura de
19”.
Quanto a utilização de um Rack aberto ou fechado dependerá
do nível de segurança onde o mesmo será instalado.
Se for em um CPD, onde só entram pessoas autorizadas, é
aconselhável utilizar-se de Rack aberto, pois como ele é
composto de hastes laterais, a manutenção fica facilitada.
Em instalações onde existe a necessidade de Racks distribuídos
( em andares por exemplo ), aconselha-se o uso de Racks fechados que
possuam porta frontal em acrílico, para visualização
dos equipamentos, e que esta porta tenha chave.
4. Recomendações sobre instalação do cabeamento
estruturado
Na norma EIA/TIA 569 sobre cabeamento estruturado, existem recomendações
sobre as passagens dos cabos que devem ser respeitadas, para que os
mesmos possam ser certificados no teste final.
A seguir algumas recomendações.
4.1 Distâncias a serem respeitadas.
• Distância de no mínimo 15cm de linhas de até
2KVA.
• Distância de no mínimo 30cm de linhas de alta voltagem
( Lâmpadas Fluorescentes ).
• Distância de no mínimo 1m de transformadores e
motores.
• Distância máxima entre caixas de passagem menor
ou igual a 15m.
• Do teto até a tomada de rede o cabo deverá ser
acondicionado em canaletas sistema X ou similar ( não deverá
existir cabo aparente ). Para o caso de não haver conduítes
internos.
4.2 Tabela de conduítes.
Esta tabela apresenta o número de cabos que podem passar em uma
tubulação em função do diâmetro nominal.
Cabe ressaltar que os cabos devem ser amarrados em espaços de
aproximadamente 3 a 5m , introduzidos nas tubulações todos
ao mesmo tempo, para evitar tensionamento indevido em um determinado
cabo e para melhor passagem nas curvas.
Conduíte |
Número de cabos |
Diâmetro Interno |
O.D mm (pol. ) |
mm. |
pol. |
Trade Size |
(.13) |
(.18) |
(.22) |
(.24) |
(.29) |
(.31) |
(.37) |
(.53) |
(.62) |
(.70)
|
15.8 |
0.62 |
1/2 |
1 |
1 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
20.9 |
0.82 |
3/4 |
6 |
5 |
4 |
3 |
2 |
2 |
1 |
0 |
0 |
0 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
26.6 |
1.05 |
1 |
8 |
8 |
7 |
6 |
3 |
3 |
2 |
1 |
0 |
0 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
35.1 |
1.38 |
1 1/4 |
16 |
14 |
12 |
10 |
6 |
4 |
3 |
1 |
1 |
1 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
40.9 |
1.61 |
1 1/2 |
20 |
18 |
16 |
15 |
7 |
6 |
4 |
2 |
1 |
1 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
52.5 |
2.07 |
2 |
30 |
26 |
22 |
20 |
14 |
12 |
7 |
4 |
3 |
2 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
62.7 |
2.47 |
2 1/2 |
45 |
40 |
36 |
30 |
17 |
14 |
12 |
6 |
3 |
3 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
77.9 |
3.07 |
3 |
70 |
60 |
50 |
40 |
20 |
20 |
17 |
7 |
6 |
6 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
90.1 |
3.55 |
3 1/2 |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
22 |
12 |
7 |
6 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
102.3 |
4.02 |
4 |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
30 |
14 |
12 |
7 |
O.D = Diâmetro externo – Típico
= 5.6mm
Obs:
No dimensionamento da tubulação,
deve-se considerar expansão de pontos
de pelo menos 30%. |
4.3 Infra-estrutura.
A infra-estrutura é toda a parte por onde irá passar o
cabeamento, é constituída por:
• Tubulações internas e externas.
• Calhas de piso.
• Eletrocalhas.
• Canaletas.
• Obras Civis.
As tubulações internas são aquelas construídas
internamente nos prédios. Para este tipo de tubulação
as recomendações da norma é que sejam construídas
em eletroduto de PVC rígido anti-chama e que possuam caixas de
passagem a cada 15 metros, e que tenham no máximo 2 curvas de
90o entre suas extremidades.
As caixas de passagem facilitam a passagem dos cabos pelos técnicos
e estando a 15m uma da outra garantem menor esforço nos cabos,
conseqüentemente não se danificam os mesmos.
As tubulações externas são construídas externamente
aos prédios. Podem ser instaladas percorrendo paredes, enterradas
no chão, embutidas em paredes e em alguns casos suspensa sustentada
por cabo de aço. As recomendações são que
sejam construídas em tubos de ferro galvanizado do tipo pesado
e que seja pintada, demais recomendações são as
mesmas citadas para as tubulações internas.
As calhas de piso geralmente são instaladas no momento da construção
do prédio, pois são embutidas na laje. Para estas calhas
existem diversas soluções de mercado. O indicado é
que no dimensionamento procure-se por empresa especializada. Existem
soluções por exemplo, de calhas com divisões para
cabos elétricos correrem na mesma calha que os cabos de dados
e de voz.
As eletrocalhas também conhecidas como leito para cabos, possuem
a mesma função das tubulações, ou seja correr
cabos. Estas, são instaladas com fixação no teto
através de tirantes fixados com sistema de tiro ou parafuso.
A instalação destes dispositivos tem custo bem convidativo
e facilitam bastante no momento da instalação dos cabos,
pois são abertas. O único inconveniente é que deve-se
ter uma solução para que elas não fiquem aparentes,
teto com forro por exemplo.
As canaletas são construídas geralmente em PVC ou alumínio
e utilizadas com o intuito também de correr os cabos, porém
são utilizadas mais próximas do usuário. Ao construir-se
tubulações ou sistemas de leito , o cabo deve sair destes
sistemas e chegar até a tomada de rede, para isto necessitamos
de um melhor acabamento, então utiliza-se canaletas. São
geralmente fixadas em paredes ou divisórias.
5. Considerações sobre aterramento.
Aterramento é um ponto de referência para todo sinal elétrico.
É projetado de modo a escoar o ruído da linha de energia
AC em um fio terra.
Em alguns casos o ruído causado por um monitor de vídeo,
poderá criar erros em um sistema de computador, fato que se agrava
com a falta de aterramento.
Nas instalações de redes locais, aconselha-se a contratação
de empresa especializada em instalações elétricas
para computadores, com o intuito de dimensionar e instalar um aterramento
de qualidade.
5.1 Unidade de aterramento.
Todas as tomadas elétricas de um sistema de alimentação
de rede não devem possuir um único terra comum.
Os sistemas elétricos para redes de microcomputadores, utilizam
três fios : FASE ( Branco / Vermelho / Preto ) , Neutro ( Azul
) e Terra ( Verde ).
A verificação de um aterramento satisfatório dá-se
na medição da voltarem entre o Neutro e o Terra, que nos
casos especificados deve possuir uma tensão entre 0,6 < V
< 1,0 Vca
6. Documentação
Todas as recomendações feitas até aqui são
importantes para a especificação e instalação
de redes. Porém, uma rede bem documentada proporciona um melhor
controle sobre os pontos de rede. Conforme recomendado pela norma EIA/TIA
606.
6.1 Estrutura da documentação.
A documentação sobre o cabeamento de rede deverá
conter :
1. Tabela de identificação dos pontos.
2. Relatório de testes e relatório de
certificação para categoria 5.
3. Relação de material utilizado, como
modelo, marca, part number, etc.
4. Planta com plotagem dos pontos.
5. Diagrama de tubulações.
6.1.1
Tabela de identificação dos pontos de rede.
Esta tabela deverá conter o máximo de informações
para melhor orientação do pessoal técnico responsável,
no momento de mudanças ou possíveis falhas. A seguir é
fornecida uma tabela como exemplo :
Departamento |
Nº HUB |
Porta HUB |
Nº Patch |
Porta Patch |
Tomada |
Usuário |
Escritório |
1 |
1 |
1 |
1 |
1 |
ANACRIS |
Escritório |
1 |
2 |
1 |
2 |
2 |
CELSOBC |
Escritório |
1 |
3 |
1 |
4 |
4 |
CARLOSM |
Escritório |
1 |
4 |
1 |
4 |
4 |
MARCORI |
Escritório |
1 |
5 |
1 |
5 |
5 |
NC |
Escritório |
1 |
6 |
1 |
6 |
6 |
LAURACM |
Escritório |
1 |
7 |
1 |
7 |
7 |
OLVAOLP |
Escritório |
1 |
8 |
1 |
8 |
8 |
NC |
Produção |
2 |
1 |
2 |
1 |
9 |
MARCOS |
Produção |
2 |
2 |
2 |
2 |
10 |
ALVAROA |
Produção |
2 |
3 |
2 |
3 |
11 |
NC |
Produção |
2 |
4 |
2 |
4 |
12 |
NC |
Nesta tabela poderia ainda constar: Ramal
do usuário, qual micro, número do segmento, localização
física do HUB, etc.
Além desta tabela devemos ter a identificação nos
Patch Panels da seguinte forma:
Porta Patch |
01 |
02 |
03 |
04 |
05 |
06 |
07 |
08 |
Cód. Ponto |
E01 |
E02 |
E03 |
E04 |
NC |
E06 |
E07 |
NC |
6.1.2
Relatório de certificação para categoria 5.
Atualmente os testes mais exigidos são os testes para certificação
categoria 5, que como já foi dito, é emitido por instrumento
apropriado.
Os testes são feitos e armazenados no instrumento depois então
o técnico descarrega os dados para um micro através da
porta serial, então imprime o relatório.
PENTASCANNER+
CABLE CERTIFICATION REPORT
CAT5 QUICK LINK AUTOTEST
Circuit ID: RH-15
Date: May 20,97
Teste Result: PASS Cable
Type: CAT 5 UTP
Link Performance:
NVP:72
Owner: PentaScanner Gauge
:
Serial Number: 38P96AH0436 Manufacturer: XPTO
Inj. Ser. Number: 38t96GH0237 Connector
:
SW Version: V04.30 User:
Building: PRÉDIO PRINC.
Floor: TERREO
Closet: 05
Rack: 04
HUB: 01
Port: 12
Test Expected
Results Actual
Test Results
-----------------------------------------------------------------------------
Pr
12 Pr
36
Pr 45
Length (m) 0.0
– 94.0 62.1 61.6
61.0
Attenuation (db) 11.4
11.1
11.0
@Freq (MHz) 100.0
100.0 99.0
|
6.1.3
Planta com plotagem dos pontos.
As plantas também são itens fundamentais na documentação,
pois facilita a manutenção e estudos de layout. O ideal
destas plantas é que elas tenham a localização,
número do ponto, e ainda o percurso dos cabos.
6.2 Identificação dos cabos.
A norma EIA/TIA-606 é baseada em três conceitos de administração
de cabos:
• Identificadores Únicos
• Registros
• Ligações
Cada componente da infra-estrutura de telecomunicações
atribui uma única etiqueta vinculando o componente ao seu registro
correspondente.
Registros contém informações ou relatórios
sobre um componente específico. Todos os registros contém
as informações exigidas, as ligações exigidas,
informações adicionais e outras ligações.
Ligações são consideradas conexões "lógicas"
entre identificadores e registros bem como vínculos entre um
registro e outro.
A codificação por cores dos campos de terminação
pode simplificar a administração do sistema de cabeamento
de telecomunicações. A codificação por cores
é baseada nos dois níveis hierárquicos da configuração
estrela do cabeamento do backbone.
O primeiro nível inclui o cabeamento da conexão cruzada
principal ao armário de telecomunicações (TC) no
mesmo edifício ou de uma conexão cruzada intermediária
a um edifício remoto, como em um ambiente de campus.
O segundo nível inclui o cabeamento entre dois TCs em um edifício
contendo a conexão cruzada principal ou entre uma conexão
cruzada intermediária e um TC em um edifício remoto.
Todos os componentes do sistema de cabeamento precisam ser identificados
e etiquetados. Há uma quantia mínima de informações
a serem coletadas e registradas por cada componente com as informações
exigidas e ligações a outros registros.
6.2.1
Informações exigidas nas identificações
dos cabos e rotas.
|
Registro do componente
|
Informação
exigida |
Ligações
Exigidas |
|
Rotas |
Identificador da rota
Tipo da rota
Ocupação da rota
Carregamento da rota
|
Registros do cabo
Registros do espaço (término e acesso)
Outros registros da rota
Registros do aterramento
|
|
Cabo |
Identificador de cabo
Tipo do cabo
Par não terminado / número de condutores
Par danificado / número de condutores
Par disponível / número de condutores
|
Registros da posição da terminação
(ambas as pontas)
Registros da emenda
Registros da rota
Registro do aterramento
|
|
Emenda |
Identificador da emenda
Tipo da emenda
|
Registros do cabo (todos os cabos)
Registros do espaço
|
6.3 Etiquetas
de identificação.
Usadas para identificação dos cabos e rotas de cabos.
Devem ser auto-adesivas para os cabos e do tipo de fixação
para os feixes de cabos e/ou rotas.
Nelas devem conter todas as informações relativas ao cabo,
como explicado na tabela anterior.
7. Desempenho dos meios de transmissão
A atenuação é comumente derivada da medida do sinal
de varredura da freqüência na saída de um cabo de
comprimento maior ou igual a 100 metros (328 ft), ou seja, é
a perda de potência do sinal no meio, em função
da distância a uma determinada freqüência.
As perdas por diafonia ou NEXT são comumente derivadas de medidas
de varredura de freqüência. Por exemplo, na comunicação
de voz, seus efeitos são sentidos por linhas cruzadas, isto é,
vozes estranhas que são escutadas durante uma ligação
telefônica.
Freqüência
(MHz)
|
Cat. 3
Atenuação
(dB)
|
Cat. 4
Atenuação
(dB)
|
Cat. 5
Atenuação
(dB)
|
1,0 |
2,6 |
2,2 |
2,0 |
|
|
|
|
4,0 |
5,6 |
4,3 |
4,1 |
|
|
|
|
8,0 |
8,5 |
6,2 |
5,8 |
|
|
|
|
10,0 |
9,7 |
6,9 |
6,5 |
|
|
|
|
16,0 |
13,1 |
8,9 |
8,2 |
|
|
|
|
20,0 |
- |
10,0 |
9,3 |
|
|
|
|
25,0 |
- |
- |
10,4 |
|
|
|
|
31,25 |
- |
- |
11,7 |
|
|
|
|
62,5 |
- |
- |
17,0 |
|
|
|
|
100,0 |
- |
- |
22,0 |
Atenuação por 100
metros (328 pés) @ 20° C
|